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Deus é uma mulher negra

Participe e compartilhe a campanha de financiamento coletivo do filme "Deus", obra que retrata o dia a dia de mães negras das periferias de São Paulo.

por   em Empoderamento   | 23.06.2016

 

Deus é uma mulher negra

“Deus” é um curta-metragem produzido pelos alunos Débora Mitie, Huli Balász e Vinícius Silva do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal de Pelotas, Rio Grande do Sul. A produção, que mistura documentário e ficção, conta a história de uma mãe negra da periferia de São Paulo e a influência divina que ela exerce na vida de seu filho.

O projeto nasce da obrigatoriedade da escolha do tema do trabalho de conclusão de curso (TCC) aliada a necessidade que Vinícius sentia em homenagear, como forma de agradecimento, uma das pessoas que mais influenciariam positivamente a sua vida, sua mãe. Segundo ele:

Refletindo eu vi que eu estava ali só por conta da minha mãe e das mulheres fortes que tem a minha família.

A obra que acompanha a rotina de Roseli, tia de Vinicius, retrata o dia a dia de mães negras das periferias a partir de uma ótica diferente da usual, mostrando a alegria e o amor que permeiam a vida dessas mulheres. Em entrevista ao site vaidape.com.br, Vinicius ressalta:

A gente não vê essas mulheres sendo retratadas e quando vê, é puro sofrimento. Mas a vida na periferia não é só sofrimento. Tem alegria, carinho.

A música “Mãe”, do álbum Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa… do rapper Emicida, além de fazer parte da trilha sonora também inspirou o nome do filme. Na faixa, o cantor diz “Desafia, vai dar mó treta. Quando disser que vi Deus. Ele era uma mulher preta“. Emicida também apoia o projeto e autorizou a utilização gratuita da faixa.

Confira o trailer:

Além de participar de festivais de cinema, o grupo planeja exibir o filme nas periferias do Brasil a fim de levantar debates pertinentes a obra. Segundo eles:

Com esse filme esperamos contribuir com a sociedade promovendo reflexões, não somente sobre cinema, mas também sobre algumas questões sociais que afetam o cotidiano de mulheres negras, mães, solteiras das periferias do nosso país.

Se você, de alguma forma, se identificou com o filme, participe da campanha de financiamento coletivo criada para ajudar a cobrir os custos operacionais e nos ajude a compartilhar o projeto. A campanha termina em 2 dias.

Para mais informações sobre o curta, acesse:

Espalhe por aí!
 

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